Imagine a seguinte situação.
Você esteja flutuando em meio ao oceano, completamente só, sem salva-vidas, sem um barco, sem bússola, sem avistar qualquer sinal de terra por perto.
Você está simplesmente lá, sentindo-se só e vulnerável.
Então um barco se aproxima.
Você vê, presa ao mastro, uma estranha bandeira com aquela caveira assustadora que costuma
aparecer nos navios piratas.
As pessoas a bordo lhe parecem meio estranhas, mas o barco se aproxima oferecendo ajuda, para resgatar você.
O que você faria?
Agora vamos tentar outra possibilidade.
Você está cruzando o oceano em seu próprio barco, munido de GPS, abastecido com frutas e água doce, rodeado de amigos e pessoas queridas, quando vê aquele mesmo barco tentando se aproximar.
O que você faria?
Agora pense em sua vida.
Como você se sente na vida?
Nadando só em meio ao oceano?
Ou confortavelmente fazendo uma viagem em seu próprio barco?
Já construiu uma base que lhe dê segurança?
Tem seus próprios amigos?
Tem um trabalho que lhe garanta sustento?
Tem seus próprios interesses e sabe para onde quer ir?
Ou está sozinho, infeliz no trabalho, perdido, sem rumo, sem nem mesmo saber bem do que gosta ou não?
Dependendo da sua resposta eu poderia lhe dizer, com uma boa dose de acerto, se você possui ou não predisposição para se envolver em relacionamentos abusivos.
Uma pessoa que tenha construído para si uma boa base, que tenha uma estrutura firme, terá muito menos chances de estabelecer relacionamentos não saudáveis do que aquelas que seguem pela vida à busca de alguém que as salvem de sua horrível existência.
Uma pessoa que tenha criado para si uma vida saudável, não aceitará menos do que um relacionamento saudável.
Ora, se pode ficar bem sozinho, por que ficaria em uma relação que lhe faz mal?
Mas quando as pessoas não possuem uma estrutura social, financeira e emocional que as sustente, ficam vulneráveis a aceitar situações em que sejam tratadas de forma desrespeitosa, indigna e muitas vezes agressiva.
Como se não lhes restasse alternativa, como se não tivessem escolha.
Aceitar ou morrer.
Ceder ou ser jogada aos tubarões!
Uma relação nessas bases é marcada pelo medo e pela dependência, não é difícil enxergar isso quando olhamos de fora e com atenção.
Assim, antes de buscar um relacionamento, dê uma boa olhada em sua vida.
Entenda que um relacionamento não pode ser a tábua de salvação para uma vida infeliz.
Sua vida e o que quer que esteja acontecendo com ela é responsabilidade sua.
Se você tem estado à espera que alguém apareça para salva-lo, cuidado!
Nem São Judas Tadeu, padroeiro das causas impossíveis, poderá ajudar.
Arregace as mangas e comece agora mesmo a curar sua própria vida.
Procure conhecer melhor a si mesmo.
Rodeie-se de pessoas que admire, invista nas amizades.
Estruture sua vida profissional.
Fortaleça a si mesmo.
Só assim seus relacionamentos terão espaço para ser vividos como deve ser, com leveza, respeito e uma verdadeira parceria.
Quer saber?
Antes de procurar um namorado ou namorada, compre seu próprio barco!
Tadeu Silva ( Copyright 2011 Todos os direitos reservados )
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
Aceitação...
Há momentos na vida, onde tudo parece estar perfeito, maravilhoso, melhor que o sonhado.
Muitos desses momentos têm continuidade e nos permitem experimentar esta sensação de alegria profunda e realização, outros não.
Alguns desses momentos são subitamente interrompidos por causas inesperadas, fatos inusitados e circunstâncias inimagináveis.
Há circunstâncias na vida onde não possuímos controle ou possibilidade de interferência ao ponto de mudar os resultados: resta-nos não como consolo, mas como atitude inteligente e digna o exercício da aceitação.
Dentro das principais opções que temos para enfrentar o sofrimento estão: o desespero, a raiva, a indiferença, a mágoa, a ira, a revolta, a depressão, a alienação e a aceitação.
A única que não agrava nossos problemas e possui efeitos benéficos é a aceitação.
O exercício da aceitação é tanto mais fácil e possível quanto maior for o nosso grau de consciência, maturidade e espiritualização.
Aceitar é ser verdadeiramente humilde diante dos fatos inevitáveis e das circunstâncias imutáveis. A humildade nos faz reconhecer o limite das nossas possibilidades diante do universo ao nosso redor. Aceitação não é comodismo ou fuga, o ato da aceitação equivale a envolver com amor profundo os fatos que não podemos alterar e encará-los como circunstâncias a serem vivenciadas e vencidas para o fortalecimento do nosso ser.
Diante dessas situações, seja forte. A verdadeira força reside nas capacidades de aceitação e de recomeçar.
Compreender as coisas, nem sempre diminui a dor e o sofrimento, mas nos permite optar por enfrentar a dor e o sofrimento com inteligência, dignidade e resignação.
Seja qual for a dor que te aflige, opte por enfrentar o sofrimento pela via da aceitação: a dignidade desse caminho lhe fornecerá as forças para renascer e recomeçar e assim como a mitológica ave Fênix, você renascerá das próprias cinzas (do sofrimento que vem lhe consumindo).
Viver é renascer e recomeçar a cada dia, como repetia com profundo amor Chico Xavier:
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".
Por mais difícil que seja este momento, ele não é o fim.
Acredite, pode até parecer, mas não é o fim.
Pratique a humildade, aceite a realidade e recomece, recomece sempre...
Quanto mais cedo você exercitar a aceitação, mais cedo começará a ser feliz...
Seja forte!
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
Muitos desses momentos têm continuidade e nos permitem experimentar esta sensação de alegria profunda e realização, outros não.
Alguns desses momentos são subitamente interrompidos por causas inesperadas, fatos inusitados e circunstâncias inimagináveis.
Há circunstâncias na vida onde não possuímos controle ou possibilidade de interferência ao ponto de mudar os resultados: resta-nos não como consolo, mas como atitude inteligente e digna o exercício da aceitação.
Dentro das principais opções que temos para enfrentar o sofrimento estão: o desespero, a raiva, a indiferença, a mágoa, a ira, a revolta, a depressão, a alienação e a aceitação.
A única que não agrava nossos problemas e possui efeitos benéficos é a aceitação.
O exercício da aceitação é tanto mais fácil e possível quanto maior for o nosso grau de consciência, maturidade e espiritualização.
Aceitar é ser verdadeiramente humilde diante dos fatos inevitáveis e das circunstâncias imutáveis. A humildade nos faz reconhecer o limite das nossas possibilidades diante do universo ao nosso redor. Aceitação não é comodismo ou fuga, o ato da aceitação equivale a envolver com amor profundo os fatos que não podemos alterar e encará-los como circunstâncias a serem vivenciadas e vencidas para o fortalecimento do nosso ser.
Diante dessas situações, seja forte. A verdadeira força reside nas capacidades de aceitação e de recomeçar.
Compreender as coisas, nem sempre diminui a dor e o sofrimento, mas nos permite optar por enfrentar a dor e o sofrimento com inteligência, dignidade e resignação.
Seja qual for a dor que te aflige, opte por enfrentar o sofrimento pela via da aceitação: a dignidade desse caminho lhe fornecerá as forças para renascer e recomeçar e assim como a mitológica ave Fênix, você renascerá das próprias cinzas (do sofrimento que vem lhe consumindo).
Viver é renascer e recomeçar a cada dia, como repetia com profundo amor Chico Xavier:
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".
Por mais difícil que seja este momento, ele não é o fim.
Acredite, pode até parecer, mas não é o fim.
Pratique a humildade, aceite a realidade e recomece, recomece sempre...
Quanto mais cedo você exercitar a aceitação, mais cedo começará a ser feliz...
Seja forte!
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Amor & Trabalho
Nos dias de hoje, está muito difícil arranjar um trabalho. Vivemos uma verdadeira crise em que poucos conseguem trabalhar, garantir uma vida estável e serem felizes e realizados com o trabalho.
Peraí!
Vamos trocar a palavra trabalho pela palavra amor nesse pedacinho de texto aí em cima?! Olha só: nos dias de hoje está muito difícil arranjar um amor. Vivemos uma verdadeira crise em que poucos conseguem amar, garantir uma vida estável e ser feliz e realizado com o amor. Viram só?! Trocando a palavra trabalho pela palavra amor, tudo continuou fazendo sentido e o principal: continuou sendo verdade!
Peraí!
Vamos trocar a palavra trabalho pela palavra amor nesse pedacinho de texto aí em cima?! Olha só: nos dias de hoje está muito difícil arranjar um amor. Vivemos uma verdadeira crise em que poucos conseguem amar, garantir uma vida estável e ser feliz e realizado com o amor. Viram só?! Trocando a palavra trabalho pela palavra amor, tudo continuou fazendo sentido e o principal: continuou sendo verdade!
Creio que agora comece, assim como eu, a achar que as pessoas escolhem seus amores da mesma forma que escolhem os seus trabalhos, tornando possível que meça, da mesma forma, as chances de ser feliz no amor e também no trabalho.
Vamos ao que interessa: o modo de medir as suas chances de ser feliz no trabalho e no amor é baseado em uma "nova" técnica, que analisa a sua escolha pelo trabalho ou pelo amor contrabalanceando-a com as possibilidades de felicidade e realização ao longo do tempo. Por isso, o destaque será dado ao motivo pelo qual escolheu seu trabalho ou seu amor e logo em seguida teremos as explicações. Peço que leia e pense tanto no seu trabalho como no seu amor e veja as semelhanças entre eles.
Para que faça a escolha certa e meça suas chances de felicidade no trabalho e no amor:
“Para não ficar parado”: se a sua escolha foi feita só “para não ficar parado”, ali, jogado, sem fazer nada, esqueça o alcance da felicidade! No início vai ficar todo empolgado, mas com o tempo vai começar a achar defeito em tudo, vai ficar estressado e vai largar aquilo rapidinho. Além disso, fazendo sua escolha só “para não ficar parado” vai viver trocando de emprego e de amor como quem troca de roupa e o pior, sempre insatisfeito.
Remuneração financeira: se a sua escolha foi feita só pelo dinheiro que poderá ganhar, pelos restaurantes caros que poderá frequentar, pelas viagens que poderá fazer e tudo mais que o dinheiro pode proporcionar, lembre-se: “dinheiro não compra felicidade”. Você vai viver em um teatro, não será feliz de verdade e deixará tudo para trás quando encontrar algo que lhe traga mais dinheiro ainda.
Beleza/Status social: se sua escolha foi feita só porque é bonito e você viverá se gabando do que tem e será invejado pelo seu círculo social, sinto lhe informar, mas “beleza não põe mesa”. Além disso, não é só porque seus amigos acham linda, sua família acha linda, e até seus inimigos acham linda e alcança assim um status social altíssimo que será feliz. Entretanto, com tanta gente te “apoiando” terá grandes chances de conseguir fingir que é feliz! Só é uma pena que sempre aparecerá algo mais bonito, mais atrativo e que desperte mais interesse e aí: se prepare para constantes trocas na tentativa de agradar os que estão a sua volta.
“A pessoa mais feliz do mundo”: se sua escolha foi feita porque você, mesmo conhecendo tudo de verdade, sabendo os prós e os contras, ainda assim se sente a pessoa mais feliz do mundo nos momentos em que está com o seu amor ou no seu trabalho, terá, enfim, a chance de se tornar de fato a pessoa mais feliz do mundo. Mesmo que tenha que ficar um longo tempo “parado”, e saiba que quando conseguir não terá uma alta remuneração financeira, que também nem é tão bonito assim e que teus amigos não vão achar aquilo tão lindo assim, será feliz “na doença e na saúde, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe” .
Conclusão: Amar, gostar, sentir tesão, paixão, desejo ou como quiser classificar seu sentimento por alguém que conheceu numa noite e que te mostra somente o que tem de bom é muito fácil. Como dizia vovó: “quando você quer pegar galinha você não fala xô não”, você chama ela bonitinha e depois que você mostra as garras e quebra o pescoço dela. E é assim né?! Com duas, três semanas, a pessoa mostra quem é de verdade e ai verá que aquela princesa ou príncipe encantado não é tudo aquilo e vai partir para outra.
Tente apenas seguir esse pequeno, válido, profundo e esperançoso manual quando for fazer a sua próxima escolha. Até para que você não fique passando de mão em mão por aí amigo! Hoje vai ser ótimo sair por aí curtindo aqui, curtindo ali, mas o tempo vai passar e se não tiver construído algo sólido você nunca vai ter sua “aposentadoria garantida” e chegará uma hora em que não terá a mesma força para trabalhar e nem a mesma carinha bonitinha para sair pegando todo mundo.
Sei que está pensando: é difícil encontrar um amor bom, mas quem disse que arranjar emprego, opa, amor hoje em dia tá fácil?!
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
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domingo, 21 de agosto de 2011
Someone like you
Não quero uma pessoa que me faça sorrir sempre, basta não me fazer chorar.
Não quero uma pessoa que me dê motivo para fugir, quero uma pessoa que me convença a ficar.
Não quero uma pessoa que me dê presentes, quero uma pessoa que se a dê a mim de verdade.
Não quero uma pessoa sem dúvidas, quero uma pessoa com a única certeza de que merece ser feliz.
Não quero uma pessoa sofisticada, quero uma pessoa com a simplicidade de um sorriso.
Não quero uma pessoa bonita, quero uma pessoa que não me faça precisar apelar para a beleza física como razão para amar.
Não quero uma pessoa perfeita, quero uma pessoa que complete os meus defeitos.
Não quero uma pessoa que me ame tanto quanto eu a amo, é suficiente que me permita amar.
Não quero uma pessoa sem problemas, quero que juntos sejamos a solução.
Não quero uma pessoa vazia, quero uma pessoa com a alma linda e repleta de botões, que eu ainda espero desabrochar.
Quero uma pessoa que me ensine a não usar tantos "que". Mas se for para me procurar só quando precisar, peço apenas que precise de mim a todo momento.
Não quero qualquer uma, quero uma pessoa como você.
Não sei nem se é porque você realmente é isso tudo, mas é assim que você me fez te ver.
Quem sabe um dia você possa se ver com os meus olhos e saber o quanto pode ser amada, amada por ser uma pessoa, uma pessoa como você...
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
Não quero uma pessoa que me dê motivo para fugir, quero uma pessoa que me convença a ficar.
Não quero uma pessoa que me dê presentes, quero uma pessoa que se a dê a mim de verdade.
Não quero uma pessoa sem dúvidas, quero uma pessoa com a única certeza de que merece ser feliz.
Não quero uma pessoa sofisticada, quero uma pessoa com a simplicidade de um sorriso.
Não quero uma pessoa bonita, quero uma pessoa que não me faça precisar apelar para a beleza física como razão para amar.
Não quero uma pessoa perfeita, quero uma pessoa que complete os meus defeitos.
Não quero uma pessoa que me ame tanto quanto eu a amo, é suficiente que me permita amar.
Não quero uma pessoa sem problemas, quero que juntos sejamos a solução.
Não quero uma pessoa vazia, quero uma pessoa com a alma linda e repleta de botões, que eu ainda espero desabrochar.
Quero uma pessoa que me ensine a não usar tantos "que". Mas se for para me procurar só quando precisar, peço apenas que precise de mim a todo momento.
Não quero qualquer uma, quero uma pessoa como você.
Não sei nem se é porque você realmente é isso tudo, mas é assim que você me fez te ver.
Quem sabe um dia você possa se ver com os meus olhos e saber o quanto pode ser amada, amada por ser uma pessoa, uma pessoa como você...
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
domingo, 24 de julho de 2011
O segredo é não correr atrás das borboletas, deixe que as borboletas virão até você.
Você corre, corre, corre atrás de um sonho.
Quando você menos espera o sonho está correndo atrás de você.
Será que podemos encontrar a felicidade da maneira que estamos procurando?
Será que só seremos felizes se encontrarmos aquela pessoa que detalhadamente criamos e fantasiamos em nossa mente?
Dia após dia, percorremos por caminhos infinitos em busca da tal felicidade, reclamamos se algo não saiu do jeito que nós planejamos e vamos seguindo, caminhando…
Caminhando…
Caminhando…
Mas para onde?
Buscando o quê?
Mário Quintana nos ensina uma lição quando diz:
(…)“O segredo não é correr atrás das borboletas… é cuidar do jardim pra que elas venham até você. No final das contas você vai encontrar não quem estava procurando, mais quem estava procurando por você!
A felicidade é igual a uma borboleta:
Quanto mais você corre atrás, mais ela foge…
Daí um dia você se distrai e ela pousa em seu ombro!”.
É isso, precisamos nos valorizar mais, acreditar mais em nosso potencial, saber esperar com paciência e não comprometer os acontecimentos naturais de nossas vidas.
Vamos sossegar e dar mais valor às coisas que estão a nossa volta.
Isso não quer dizer que devemos ficar acomodados, mais sim lutar sem grandes ansiedades, que acabarão por nos levar às frustrações.
Cuide bem de seu jardim, ele deve sempre estar livre de mágoas, ansiedades, frustrações e insatisfações…
Prepare o seu jardim para que fique florido, sendo sempre uma pessoa compreensiva e com bom astral.
Esteja aberto sempre a tudo que é novo e quem sabe a borboleta poderá lhe fazer uma visita.
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Quando você menos espera o sonho está correndo atrás de você.
Será que podemos encontrar a felicidade da maneira que estamos procurando?
Será que só seremos felizes se encontrarmos aquela pessoa que detalhadamente criamos e fantasiamos em nossa mente?
Dia após dia, percorremos por caminhos infinitos em busca da tal felicidade, reclamamos se algo não saiu do jeito que nós planejamos e vamos seguindo, caminhando…
Caminhando…
Caminhando…
Mas para onde?
Buscando o quê?
Mário Quintana nos ensina uma lição quando diz:
(…)“O segredo não é correr atrás das borboletas… é cuidar do jardim pra que elas venham até você. No final das contas você vai encontrar não quem estava procurando, mais quem estava procurando por você!
A felicidade é igual a uma borboleta:
Quanto mais você corre atrás, mais ela foge…
Daí um dia você se distrai e ela pousa em seu ombro!”.
É isso, precisamos nos valorizar mais, acreditar mais em nosso potencial, saber esperar com paciência e não comprometer os acontecimentos naturais de nossas vidas.
Vamos sossegar e dar mais valor às coisas que estão a nossa volta.
Isso não quer dizer que devemos ficar acomodados, mais sim lutar sem grandes ansiedades, que acabarão por nos levar às frustrações.
Cuide bem de seu jardim, ele deve sempre estar livre de mágoas, ansiedades, frustrações e insatisfações…
Prepare o seu jardim para que fique florido, sendo sempre uma pessoa compreensiva e com bom astral.
Esteja aberto sempre a tudo que é novo e quem sabe a borboleta poderá lhe fazer uma visita.
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Tostines, vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais.
Teria que começar com um dos slogans mais famosos do Brasil para exemplificar sobre o esse texto, mas foi na escola que uma vez um professor me explicou que tudo que existe no universo é circular: o cosmo, as células, o tempo e os acontecimentos, havendo constantes movimentos e diferentes velocidades.
A vida é cheia de ciclos que podem ser: virtuosos ou viciosos.
Nos ciclos virtuosos recebemos um gesto de amor e bondade, e retribuímos com outro gesto de amor e bondade.
Nos ciclos viciosos recebemos (ou, julgamos receber) um gesto de inimizade (indiferença, ofensa, deboche, acusação) e retribuímos com igual ou maior intensidade.
Esse ciclo vicioso quase sempre se fecha, por causa da maldade da natureza humana.
A reação natural é sempre a de responder as ofensas à altura, dar o troco na mesma moeda, retribuir com a mesma ou maior intensidade.
Mas só em relação às coisas más.
No mais das vezes não somos capazes de retribuir uma bondade com outra bondade.
Por isso, na maior parte dos casos, o ciclo vicioso se fecha com a nossa incapacidade de retribuir gestos de amor e bondade.
Quer dizer: praticamos um ato de amor e bondade e não recebemos a retribuição que julgamos cabível, por isso, frustrados, desapontados, desiludidos, deixamos de praticar (ou continuar praticando) atos de amor e bondade.
O ciclo virtuoso quase sempre não se fecha, mas quem é espiritual não se importa com isso. Continua fazendo o bem, coisas boas, por causa de sua bondade, misericórdia e outras qualidades divinas.
Não sei se estou conseguindo ser claro o suficiente, por isso vou explicar de outra forma: a do poço e da fonte (mina, olho d'água).
Ambos tem água.
Mas o poço só dá, só fornece água para quem vai busca-la.
A fonte, não!
Ela dá, oferta, oferece, distribui a sua água sem ser necessário pedir.
E não é porque não recebe retribuição nenhuma que deixa de continuar distribuindo, oferecendo, ofertando, jorrando a sua água.
Entende?
Poços são pessoas que precisam de um gesto de amor bondade para que possam retribuir.
A figura do poço é também adequada por outro motivo: não é qualquer um, e nem qualquer balde que pode usado para se tirar água de um poço.
Quem já teve que tirar água de poço sabe do que estou falando.
Do mesmo modo, não é qualquer gesto de amor e bondade que faz o poço retribuir um gesto de amor e bondade.
Vivemos ciclos em nossas vidas que estamos sempre superando-os ou arrastando-os conosco.
Então, temos o poder de transformar os ciclos viciosos em virtuosos, entretanto cada tem dentro de si a resposta.
Porém a escolha é nossa de qual ciclo escolher...
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
A vida é cheia de ciclos que podem ser: virtuosos ou viciosos.
Nos ciclos virtuosos recebemos um gesto de amor e bondade, e retribuímos com outro gesto de amor e bondade.
Nos ciclos viciosos recebemos (ou, julgamos receber) um gesto de inimizade (indiferença, ofensa, deboche, acusação) e retribuímos com igual ou maior intensidade.
Esse ciclo vicioso quase sempre se fecha, por causa da maldade da natureza humana.
A reação natural é sempre a de responder as ofensas à altura, dar o troco na mesma moeda, retribuir com a mesma ou maior intensidade.
Mas só em relação às coisas más.
No mais das vezes não somos capazes de retribuir uma bondade com outra bondade.
Por isso, na maior parte dos casos, o ciclo vicioso se fecha com a nossa incapacidade de retribuir gestos de amor e bondade.
Quer dizer: praticamos um ato de amor e bondade e não recebemos a retribuição que julgamos cabível, por isso, frustrados, desapontados, desiludidos, deixamos de praticar (ou continuar praticando) atos de amor e bondade.
O ciclo virtuoso quase sempre não se fecha, mas quem é espiritual não se importa com isso. Continua fazendo o bem, coisas boas, por causa de sua bondade, misericórdia e outras qualidades divinas.
Não sei se estou conseguindo ser claro o suficiente, por isso vou explicar de outra forma: a do poço e da fonte (mina, olho d'água).
Ambos tem água.
Mas o poço só dá, só fornece água para quem vai busca-la.
A fonte, não!
Ela dá, oferta, oferece, distribui a sua água sem ser necessário pedir.
E não é porque não recebe retribuição nenhuma que deixa de continuar distribuindo, oferecendo, ofertando, jorrando a sua água.
Entende?
Poços são pessoas que precisam de um gesto de amor bondade para que possam retribuir.
A figura do poço é também adequada por outro motivo: não é qualquer um, e nem qualquer balde que pode usado para se tirar água de um poço.
Quem já teve que tirar água de poço sabe do que estou falando.
Do mesmo modo, não é qualquer gesto de amor e bondade que faz o poço retribuir um gesto de amor e bondade.
Vivemos ciclos em nossas vidas que estamos sempre superando-os ou arrastando-os conosco.
Então, temos o poder de transformar os ciclos viciosos em virtuosos, entretanto cada tem dentro de si a resposta.
Porém a escolha é nossa de qual ciclo escolher...
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
Você conhece a pessoa que quer conquistar?
Estar interessado em alguem pressupõe um mínimo conhecimento dessa pessoa.
Ninguém acredita num amor declarado após um primeiro encontro.
Portanto, a primeira questão a ser colocada é: quanto você realmente conhece e gosta da pessoa que quer conquistar?
As pessoas em geral percebem quando você está realmente interessado(a) e quando está aflito(a) para suprir suas carências afetivas e pessoais.
Portanto, tenha paciência para que a pessoa possa se revelar e conhecer você aos poucos.
Todo mundo fica inseguro num início de relacionamento e, às vezes, por medo de perder ou de levar um fora, promete o que não pode dar, fala de sentimentos que ainda não estão claros ou dá presentes para impressionar.
Errado!
As primeiras trocas afetivas devem ser, sobretudo, discretas e equilibradas.
Nunca dê muito mais do que recebe, seja afetiva ou materialmente.
Saber ouvir o parceiro é uma das qualidades essenciais na fase da paquera.
É através da escuta que você conhece quem está com você.
Não só a escuta explícita das palavras, mas tambem a observação do que a pessoa fala e de como ela age.
Algumas pessoas dão um valor excessivo ao que é dito verbalmente e acabam se desapontando muito.
O famoso "eu te ligo" pode significar o oposto se não vier acompanhado de uma sensação interna que o encontro teve bons momentos.
Outro erro muito comum são as cobranças feitas precipitadamente.
As pessoas que estão se envolvendo afetivamento têm experiências passadas diferentes e, portanto, tempos diferentes para tomar resoluções.
Falta de paciência denota imaturidade para construir um relacionamento e mantê-lo (Não confundir impaciência, com falta de atitude).
Nem todo relacionamento que começa bem evolui bem; nem todos os casais que namoram foram feitos um para o outro.
É importante as pessoas perceberem quando não vale a pena insistir em algo que gera mais conflito do que prazer e saber interromper um vínculo sem sair muito machucado.
A pessoa muito ferida em um relacionamento pode carregar sua dor para os próximos e inviabilizá-los.
Finalmente, pode-se conquistar uma grande pessoa, mas não queira conquistar a "alma gêmea" e sim a pessoa na mesma "fase gêmea" que a sua, pois um grande amor é construido a dois, aos poucos, com muita sensibilidade, responsabilidade, generosidade e criatividade de ambas as partes.
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
Ninguém acredita num amor declarado após um primeiro encontro.
Portanto, a primeira questão a ser colocada é: quanto você realmente conhece e gosta da pessoa que quer conquistar?
As pessoas em geral percebem quando você está realmente interessado(a) e quando está aflito(a) para suprir suas carências afetivas e pessoais.
Portanto, tenha paciência para que a pessoa possa se revelar e conhecer você aos poucos.
Todo mundo fica inseguro num início de relacionamento e, às vezes, por medo de perder ou de levar um fora, promete o que não pode dar, fala de sentimentos que ainda não estão claros ou dá presentes para impressionar.
Errado!
As primeiras trocas afetivas devem ser, sobretudo, discretas e equilibradas.
Nunca dê muito mais do que recebe, seja afetiva ou materialmente.
Saber ouvir o parceiro é uma das qualidades essenciais na fase da paquera.
É através da escuta que você conhece quem está com você.
Não só a escuta explícita das palavras, mas tambem a observação do que a pessoa fala e de como ela age.
Algumas pessoas dão um valor excessivo ao que é dito verbalmente e acabam se desapontando muito.
O famoso "eu te ligo" pode significar o oposto se não vier acompanhado de uma sensação interna que o encontro teve bons momentos.
Outro erro muito comum são as cobranças feitas precipitadamente.
As pessoas que estão se envolvendo afetivamento têm experiências passadas diferentes e, portanto, tempos diferentes para tomar resoluções.
Falta de paciência denota imaturidade para construir um relacionamento e mantê-lo (Não confundir impaciência, com falta de atitude).
Nem todo relacionamento que começa bem evolui bem; nem todos os casais que namoram foram feitos um para o outro.
É importante as pessoas perceberem quando não vale a pena insistir em algo que gera mais conflito do que prazer e saber interromper um vínculo sem sair muito machucado.
A pessoa muito ferida em um relacionamento pode carregar sua dor para os próximos e inviabilizá-los.
Finalmente, pode-se conquistar uma grande pessoa, mas não queira conquistar a "alma gêmea" e sim a pessoa na mesma "fase gêmea" que a sua, pois um grande amor é construido a dois, aos poucos, com muita sensibilidade, responsabilidade, generosidade e criatividade de ambas as partes.
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sábado, 18 de junho de 2011
Amor em "quarentena"...
Tenho que admitir que, nos últimos dias, fui acometido por uma absoluta e total falta de criatividade...
Acho que estou "curado" rs...
Voltei para falar sobre a busca desenfreada do amor.
Tudo bem que queremos encontrar alguém para dar mais cor e calor aos nossos dias, tudo bem querer um tanto de emoção que nos tire desse tedioso e às vezes insosso dia a dia. Mas é preciso sabedoria até mesmo para se apaixonar.
A paixão, por definição, é uma força arrebatadora que nos arrasta de supetão, nos rouba a razão e turva a nossa visão.
Essa tão desejada paixão nos deixa nus, frágeis e cegos.
- Por que haveríamos de desejar algo assim? penso eu.
Ah, mas com ela vem a alegria grande, que brota como chuva de fogos de artifício, cheia de vida e emoção, que faz nosso coração bater mais forte e o mundo ganhar cores que nunca tínhamos visto antes, assim é a paixão.
Se você levou a tal flechada, talvez acabe parando de ler este texto por aqui. Apaixonados não gostam muito de avaliar as coisas, tomados que estão por essa deliciosa onda de sentimentos.
Mas se você está em um período de entresafra de paixões, quem sabe possa seguir comigo um pouco mais.
A maturidade nos faz perceber que é muito importante que, em um início de relacionamento, mesmo tomados por essa força avassaladora, não percamos a capacidade de observar e raciocinar.
Eu sei, parece difícil, quase impossível, que razão e paixão convivam, mas a maturidade nos traz habilidades que antes seriam impensáveis.
Apaixone-se sim, se assim o quiser.
Salte.
Mas mantenha os olhos abertos.
Olhe para a pessoa a seu lado e queira de fato vê-la!
Não negue a realidade para adequá-la ao seu desejo infantil de que tudo seja perfeito.
Nada é perfeito.
Ninguém é perfeito.
Quando observamos uma pessoa, por inteira, reconhecendo suas qualidades, tanto as positivas quanto as negativas, quando olhamos de fato para quem aquela pessoa é, nos tornamos mais seguros em nossas escolhas.
Muito mais seguros do que estaríamos ao fazer uma escolha com uma venda nos olhos.
Isso é o que fazemos quando nos apaixonamos: de olhos vendados, escolhemos uma pessoa para seguir conosco.
E um dia, lá na frente, quando menos esperamos, a venda cai de nosso olhos e levamos um susto.
- Quem é você? - perguntamos ao ser à nossa frente, tão diferente do que tínhamos imaginado.
E se você tinha imaginado um lindo pavão a seu lado, com penas azul celeste e verde esmeralda, acredite, não é fácil dar de cara com uma galinha de angola de papo enrugado!
Assim acontece quando a paixão se vai, sim, pois um dia a venda cai, queiramos ou não.
Para evitar esse momento constrangedor, faça o exercício de tentar conhecer a outra pessoa, mesmo ao se apaixonar.
Tente observar suas atitudes, seus valores, olhe com atenção.
Entenda que você ainda não conhece de fato aquela pessoa, mesmo que ela lhe pareça absolutamente perfeita, mesmo que todos os seus átomos gritem que aquela é a sua alma gêmea.
Duvide de si mesmo.
Siga em frente, mas coloque aquele relacionamento “na quarentena” e observe o máximo que puder.
Ao menos saiba que você está momentaneamente cego e não se apresse em definir nada.
O tal cupido, como uma criança arteira, gosta de desferir suas flechadas, mas depois sai de mansinho, nas pontas dos pés, pense nisso.
Dê a si mesmo tempo para que sua visão volte a funcionar.
Aos poucos aquele relacionamento vai acabar se aproximando do mundo real.
Aí sim, com os pés no chão e a visão recuperada, será o momento sábio para decidir sua vida.
Tadeu Silva ( Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
Acho que estou "curado" rs...
Voltei para falar sobre a busca desenfreada do amor.
Tudo bem que queremos encontrar alguém para dar mais cor e calor aos nossos dias, tudo bem querer um tanto de emoção que nos tire desse tedioso e às vezes insosso dia a dia. Mas é preciso sabedoria até mesmo para se apaixonar.
A paixão, por definição, é uma força arrebatadora que nos arrasta de supetão, nos rouba a razão e turva a nossa visão.
Essa tão desejada paixão nos deixa nus, frágeis e cegos.
- Por que haveríamos de desejar algo assim? penso eu.
Ah, mas com ela vem a alegria grande, que brota como chuva de fogos de artifício, cheia de vida e emoção, que faz nosso coração bater mais forte e o mundo ganhar cores que nunca tínhamos visto antes, assim é a paixão.
Se você levou a tal flechada, talvez acabe parando de ler este texto por aqui. Apaixonados não gostam muito de avaliar as coisas, tomados que estão por essa deliciosa onda de sentimentos.
Mas se você está em um período de entresafra de paixões, quem sabe possa seguir comigo um pouco mais.
A maturidade nos faz perceber que é muito importante que, em um início de relacionamento, mesmo tomados por essa força avassaladora, não percamos a capacidade de observar e raciocinar.
Eu sei, parece difícil, quase impossível, que razão e paixão convivam, mas a maturidade nos traz habilidades que antes seriam impensáveis.
Apaixone-se sim, se assim o quiser.
Salte.
Mas mantenha os olhos abertos.
Olhe para a pessoa a seu lado e queira de fato vê-la!
Não negue a realidade para adequá-la ao seu desejo infantil de que tudo seja perfeito.
Nada é perfeito.
Ninguém é perfeito.
Quando observamos uma pessoa, por inteira, reconhecendo suas qualidades, tanto as positivas quanto as negativas, quando olhamos de fato para quem aquela pessoa é, nos tornamos mais seguros em nossas escolhas.
Muito mais seguros do que estaríamos ao fazer uma escolha com uma venda nos olhos.
Isso é o que fazemos quando nos apaixonamos: de olhos vendados, escolhemos uma pessoa para seguir conosco.
E um dia, lá na frente, quando menos esperamos, a venda cai de nosso olhos e levamos um susto.
- Quem é você? - perguntamos ao ser à nossa frente, tão diferente do que tínhamos imaginado.
E se você tinha imaginado um lindo pavão a seu lado, com penas azul celeste e verde esmeralda, acredite, não é fácil dar de cara com uma galinha de angola de papo enrugado!
Assim acontece quando a paixão se vai, sim, pois um dia a venda cai, queiramos ou não.
Para evitar esse momento constrangedor, faça o exercício de tentar conhecer a outra pessoa, mesmo ao se apaixonar.
Tente observar suas atitudes, seus valores, olhe com atenção.
Entenda que você ainda não conhece de fato aquela pessoa, mesmo que ela lhe pareça absolutamente perfeita, mesmo que todos os seus átomos gritem que aquela é a sua alma gêmea.
Duvide de si mesmo.
Siga em frente, mas coloque aquele relacionamento “na quarentena” e observe o máximo que puder.
Ao menos saiba que você está momentaneamente cego e não se apresse em definir nada.
O tal cupido, como uma criança arteira, gosta de desferir suas flechadas, mas depois sai de mansinho, nas pontas dos pés, pense nisso.
Dê a si mesmo tempo para que sua visão volte a funcionar.
Aos poucos aquele relacionamento vai acabar se aproximando do mundo real.
Aí sim, com os pés no chão e a visão recuperada, será o momento sábio para decidir sua vida.
Tadeu Silva ( Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
terça-feira, 14 de junho de 2011
La peur do l'amour...
"Às vezes sinto saudades de um mundo onde o amor seja maior que o medo.
Onde as pessoas sejam confiantes e verdadeiras, ajudem-se mutuamente, tratem-se com generosidade e compaixão.
Onde as pessoas sejam confiantes e verdadeiras, ajudem-se mutuamente, tratem-se com generosidade e compaixão.
Não que não existam pessoas assim, é claro que existem, são as pedras preciosas que brilham aqui e ali no decorrer de nossa caminhada, mas imagine se todas as pessoas fossem assim, imagine poder andar por aí sem tantas defesas, confiando nas pessoas, aberto e desarmado.
Seria bom, não?
Ah, mas sabemos que as coisas não são bem assim. Hoje em dia ninguém quer arriscar se machucar. Mais do que isso, ninguém quer ser feito de bobo, ninguém quer se enganado, ferido, humilhado.
E todos temos medo, um medo pegajoso que sussurra maldosamente em nossos ouvidos que provavelmente seremos feridos se assim o permitirmos.
Um certo cuidado é mesmo necessário, não podemos simplesmente confiar em qualquer pessoa. Mas será que não podemos mais confiar em ninguém?!!
Acho triste pensar assim, acho triste termos sempre que esconder o nosso melhor, vivermos como se fossemos reféns do medo, circundados por altas torres que nos separam dos verdes campos onde borboletas beijam flores.
Veja os relacionamentos, por exemplo.
É tão comum ver as pessoas desconfiando, medindo palavras, evitando se mostrar, dando-se na medida de um conta gotas.
A grande verdade é que temos medo de amar. Medo de abrir o coração, de confiar, de acreditar que possamos construir relações que incluam respeito e companheirismo. Seja uma relação amorosa, ou de amizade, se você prestar atenção perceberá que uma boa dose de medo está sempre por lá. Ficamos escondidos atrás das portas em nossos relacionamentos, perto da saída, um pezinho sempre pronto a pular fora, esperando o momento em que fatalmente seremos traídos, feridos, enganados, aviltados.
Confiar é coisa para descuidados, é assim que pensamos, cada vez mais.
E aumentamos a espessura dos muros de nossas torres pessoais.
Pense por um momento no amor. Amor requer entrega.
Mas se não confiamos, se tememos, se nos enclausuramos... como podemos nos entregar?
Se o tempo todo esperamos pela punhalada fatal, como relaxar? Como abrir o peito? Como amar?
Cabe aqui a cada um decidir com que intensidade quer viver a própria vida.
É possível viver uma vida mais segura, mais controlada, com menos riscos, claro que é. Seria como alguém que decide viver sempre nos arredores da cidade onde nasceu.
Essa pessoa já conhece os vizinhos, já sabe como tudo funciona, já explorou as redondezas. Sente certa paz e segurança em sua vida contida dentro do que pode ser controlado.
Não há grandes surpresas, não há grandes desafios, apenas uma sequência de dias comuns, um tranquilo desenrolar de uma vida quase previsível.
Há quem seja feliz assim.
Mas existem aqueles que têm nas veias o sangue dos antigos descobridores de novas terras, dos aventureiros, ou daqueles que transgrediram o usual em busca de algo maior, dos que criaram novos movimentos dentro das artes, das ciências e de tantos campos da vida humana. Algo neles não permite que se conformem com a limitada tranqüilidade do conhecido, algo neles sente-se atraído pelos mistérios que os rodeiam.
Esses são os que correm riscos, os que ultrapassam os limites aparentemente seguros do usual. São os que ousam uma nova forma de expressão, os que se lançam em direção ao desconhecido, mesmo sem garantias do que irão encontrar. São os que vivem com mais intensidade.
São os que se lançam nas profundezas de escuras cavernas em busca de tesouros.
Se os encontrarão ou não, não posso afirmar, embora acredite que tenham mais chances, afinal para encontrar um tesouro temos que ter certa ousadia.
Não se vê tesouros na superfície por onde todos andam, em geral os tesouros requerem certa dose de coragem e profundidade para serem encontrados!
Grandes conquistas são reservadas aos que arriscam se aprofundar.
Pense nisso quando pensar no amor.
A escolha é sua. Se não quiser arriscar, você pode viver um amor pequeno. Pode continuar escondido atrás de seus medos, evitando grandes riscos, pode viver com um pezinho para fora da relação, evitando se machucar.
Mas se você deseja viver um amor maior, ah... então terá que ousar!
Terá que lutar contra o medo que congela metade de seu coração, terá que abrir mão de tanto cuidado, aceitar certa dose de aventura em sua vida, enfrentar cavernas, desafiar dragões, confiar na força da sua espada, lutar pelo que quer de peito aberto.
Terá que confiar em si mesmo, na sua capacidade de vencer suas próprias limitações.
Não espere que, entregando a chave de sua vida ao medo, receba a visita de uma estrela brilhante.
O céu e suas pérolas de luz são reservados aos corajosos."
Ps.: Desculpe-me a falta de inspiração, mas esse texto traduz muito o meu pensamento. Desconheço autoria.
domingo, 15 de maio de 2011
Por que se envolver com alguém que não se importa com você?
Outro dia estava conversando com um amigo sobre relacionamentos e ele estava muito bravo e indignado com a classe feminina local.
Ele disse que era um cara legal, trabalhador, boa aparência e que respeitava as mulheres e tal, fazia tudo por elas e, no final, era sempre ignorado.
Ele disse que muitas mulheres reclamam do comportamento dos homens, que todos eles são canalhas, cafajestes e cachorros, mas ele não entendia por que, então, elas escolhiam justamente estes tipinhos para se envolver ao invés dele.
Por que será que muitas mulheres se envolvem com homens que não se importam com elas?
Não tenho uma resposta certa, só três teorias em mente.
A primeria é que muitas mulheres se preocupam apenas com a aparência e são superficiais mesmo. Elas não se interessam por alguém que não tenha chamado atenção num primeiro momento e não procuram conhecê-lo por puro preconceito.
A segunda são aquelas que saíram com muitos canalhas e cafajestes ao longo da vida, que se machucaram muito e que continuam saindo com eles, porque preferem ter uma relação ruim a ficar sozinha.
A terceira também aquelas que não querem realmente ser respeitadas e valorizadas. É claro que eu estaria sendo muito simplista em reduzir a questão desta forma, mas algumas realmente acreditam que não merecem serem amadas de verdade.
Será que uma autoestima tão baixa explica a aceitação de qualquer tipo de demonstração de carinho ainda que seja de alguém que não está nem aí para você?
Talvez por não se amarem e não se respeitarem o suficiente, muitas mulheres entram em relações autodestrutivas e perdem a oportunidade de conhecer alguém interessante e de ter uma relação sadia.
Infelizmente, homens que respeitam e valorizam as mulheres, como este meu colega, acabam sendo deixados de lado.
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
Ele disse que era um cara legal, trabalhador, boa aparência e que respeitava as mulheres e tal, fazia tudo por elas e, no final, era sempre ignorado.
Ele disse que muitas mulheres reclamam do comportamento dos homens, que todos eles são canalhas, cafajestes e cachorros, mas ele não entendia por que, então, elas escolhiam justamente estes tipinhos para se envolver ao invés dele.
Por que será que muitas mulheres se envolvem com homens que não se importam com elas?
Não tenho uma resposta certa, só três teorias em mente.
A primeria é que muitas mulheres se preocupam apenas com a aparência e são superficiais mesmo. Elas não se interessam por alguém que não tenha chamado atenção num primeiro momento e não procuram conhecê-lo por puro preconceito.
A segunda são aquelas que saíram com muitos canalhas e cafajestes ao longo da vida, que se machucaram muito e que continuam saindo com eles, porque preferem ter uma relação ruim a ficar sozinha.
A terceira também aquelas que não querem realmente ser respeitadas e valorizadas. É claro que eu estaria sendo muito simplista em reduzir a questão desta forma, mas algumas realmente acreditam que não merecem serem amadas de verdade.
Será que uma autoestima tão baixa explica a aceitação de qualquer tipo de demonstração de carinho ainda que seja de alguém que não está nem aí para você?
Talvez por não se amarem e não se respeitarem o suficiente, muitas mulheres entram em relações autodestrutivas e perdem a oportunidade de conhecer alguém interessante e de ter uma relação sadia.
Infelizmente, homens que respeitam e valorizam as mulheres, como este meu colega, acabam sendo deixados de lado.
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
sábado, 23 de abril de 2011
Há coisas que só se aprende quando ninguém as ensina.
Nunca fui muito bom em oratória, mas sempre dominei a “matéria” observar.
Numa dessas observações aprendi que quando a vida se torna uma espera, antes tarde do que nunca.
Mas quando é que a gente aprendeu a gostar mais da espera do que da chegada?
Quando passamos a nos contentar com a possibilidade e a viver sem nunca ter?
Ela não pode dormir um pouco a menos para te encontrar hoje e te dar o abraço que você precisa, mas um dia ela vai te abraçar, então, você aceita.
Ela ainda não te ama, mas um dia pode ser que ame, então você insiste.
Ela não dá a mínima, mas você dá o máximo para saber que fez a sua parte e se satisfaz assim.
Ela errou e sabe disso, mas o próximo da fila está esperando, não dá tempo dela se desculpar, quando der, se ela estiver sozinha, ela te procura.
Vai passando os dias e você ainda espera que ela chegue, mesmo que ela nunca tenha chegado.
Há quem chegue, há quem passe e você sempre se apaixonou pela pessoa errada.
Deixar a agenda do celular lotada de números para os quais nunca liga ou se liga não atendem ou se atendem não entendem a falta que sente.
Mas você deixa.
Vai que um dia precisa, vai que um dia o telefone toca?
A paixão se torna promessas e o mais próximo de um relacionamento que se chega é colecionar possibilidades no Orkut, Facebook, trocar telefones e MSNs, pessoas que se tornam parte do passado sem dar tempo de que você as tenha em seu presente.
E de presente queremos hoje uma pessoa simplesmente disposta e não o oposto do que sonhamos.
Mas a espera cansa e como uma flor já seca em mãos desejando que em algum momento da vida a gente se esbarre.
Sem motivo elegemos a flor mais bela e esquecemos de notar tudo mais que há no mundo, como um beija-flor cego que procura sempre a mesma flor, não por ela se destacar, mas por já conhecer o caminho.
O problema de uma flor que tem espinhos é que agarramos a ela mais do que às outras, e prefere sangrar a não se sentir vivo.
Só que amor não é dor.
E até o bastante, por hoje, e talvez para sempre, não basta mais.
Demora, mas a gente em algum momento mágico da vida entende que no amor sobrevive quem se esforça, não quem força. Tem horas que o coração da gente tem pressa e precisa de tudo cedo e o que chega tarde já não serve mais.
Quando o "amanhã" com frequência se tornou hoje, sem que notássemos, já era tarde demais.
Quando o amor pela dor e não mais pela paixão arde, antes nunca do que tarde.
Há coisas que só se aprende quando ninguém as ensina.
E chega um dia que a gente acaba cansando e não quer mais saber de aventuras ou de procuras.
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
Numa dessas observações aprendi que quando a vida se torna uma espera, antes tarde do que nunca.
Mas quando é que a gente aprendeu a gostar mais da espera do que da chegada?
Quando passamos a nos contentar com a possibilidade e a viver sem nunca ter?
Ela não pode dormir um pouco a menos para te encontrar hoje e te dar o abraço que você precisa, mas um dia ela vai te abraçar, então, você aceita.
Ela ainda não te ama, mas um dia pode ser que ame, então você insiste.
Ela não dá a mínima, mas você dá o máximo para saber que fez a sua parte e se satisfaz assim.
Ela errou e sabe disso, mas o próximo da fila está esperando, não dá tempo dela se desculpar, quando der, se ela estiver sozinha, ela te procura.
Vai passando os dias e você ainda espera que ela chegue, mesmo que ela nunca tenha chegado.
Há quem chegue, há quem passe e você sempre se apaixonou pela pessoa errada.
Deixar a agenda do celular lotada de números para os quais nunca liga ou se liga não atendem ou se atendem não entendem a falta que sente.
Mas você deixa.
Vai que um dia precisa, vai que um dia o telefone toca?
A paixão se torna promessas e o mais próximo de um relacionamento que se chega é colecionar possibilidades no Orkut, Facebook, trocar telefones e MSNs, pessoas que se tornam parte do passado sem dar tempo de que você as tenha em seu presente.
E de presente queremos hoje uma pessoa simplesmente disposta e não o oposto do que sonhamos.
Mas a espera cansa e como uma flor já seca em mãos desejando que em algum momento da vida a gente se esbarre.
Sem motivo elegemos a flor mais bela e esquecemos de notar tudo mais que há no mundo, como um beija-flor cego que procura sempre a mesma flor, não por ela se destacar, mas por já conhecer o caminho.
O problema de uma flor que tem espinhos é que agarramos a ela mais do que às outras, e prefere sangrar a não se sentir vivo.
Só que amor não é dor.
E até o bastante, por hoje, e talvez para sempre, não basta mais.
Demora, mas a gente em algum momento mágico da vida entende que no amor sobrevive quem se esforça, não quem força. Tem horas que o coração da gente tem pressa e precisa de tudo cedo e o que chega tarde já não serve mais.
Quando o "amanhã" com frequência se tornou hoje, sem que notássemos, já era tarde demais.
Quando o amor pela dor e não mais pela paixão arde, antes nunca do que tarde.
Há coisas que só se aprende quando ninguém as ensina.
E chega um dia que a gente acaba cansando e não quer mais saber de aventuras ou de procuras.
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
domingo, 3 de abril de 2011
Os Amores: Ágape, Storge, Fília, Eros...
Depois de um longo período sem alguma inspiração para escrever aqui no blog, estava assistindo um programa na tv local, Carona, onde o entrevistado era o Pe. Marcelo Rossi que veio aqui em Uberlândia-M.G para divulgar o seu livro, Ágape.
Acabei me inspirando nas palavras dele e para variar um pouco, resolvi falar de uma coisa que há muito tempo não falo:
AMOR!!!
O Amor se apresenta de várias formas:
Storge: de pai para filho;
Fília: amizade;
Eros: sexual, carnal;
Ágape: amor ao próximo, caridade;
Como ele se apresenta não faz muita diferença, o que importa é o que fazemos com ele quando recebemos.
Tem gente que coloca em uma caixinha e deve guardar lá no fundo da alma, por que quando a gente se esbarra com essas pessoas pensa:
"Nossa que pessoa mal amada!!!"
Outras pessoas não recebem amor, mas fazem questão de deixarem bem claro que são cercadas de amor.
Só falta colocar em uma faixa no sinal de trânsito:
"EU SOU UMA PESSOA MUITO AMADA!!!" para sua auto afirmação.
Agora outras pessoas (as mais espertas na verdade) descobriram que o melhor a fazer com o amor que recebem é aproveitá-lo até o fim e sentir aquela coisa boa que sentimos quando coisas boas nos acontecem.
Aproveitar o amor não é uma tarefa fácil, muita gente (e bota gente nisso) não se acha digna de receber amor, não acha que merece aquela coisa boa em sua vida!
Quantas pessoas começam com atitudes de auto-sabotagem justamente por não se sentir dignas de receber AMOR!
Essas atitudes podem aparecer de várias formas: Não ter paciência com a pessoa que te ama, desmerecer tudo que o outro faz, e fazer várias outras coisas que o afastem de você.
Quando começamos a ter essas atitudes devemos pensar no que estamos fazendo, em por que nos achamos pouco dignas de receber carinho, amor e atenção.
Isso é mais freqüente do que pensamos, por isso, que tal começarmos a acreditar que somos pessoas boas e acreditar que somos dignas de receber amor?
Quero ter a possibilidade de "conhecer" uma pessoa e dizer o quanto a amo, não apenas com palavras, mas sim atitudes e o quanto ela é importante pra mim.
Quero dizer também para meus amigos, parentes e pais, é sempre bom deixar claro o quanto as pessoas são importantes pra nós.
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
Acabei me inspirando nas palavras dele e para variar um pouco, resolvi falar de uma coisa que há muito tempo não falo:
AMOR!!!
O Amor se apresenta de várias formas:
Storge: de pai para filho;
Fília: amizade;
Eros: sexual, carnal;
Ágape: amor ao próximo, caridade;
Como ele se apresenta não faz muita diferença, o que importa é o que fazemos com ele quando recebemos.
Tem gente que coloca em uma caixinha e deve guardar lá no fundo da alma, por que quando a gente se esbarra com essas pessoas pensa:
"Nossa que pessoa mal amada!!!"
Outras pessoas não recebem amor, mas fazem questão de deixarem bem claro que são cercadas de amor.
Só falta colocar em uma faixa no sinal de trânsito:
"EU SOU UMA PESSOA MUITO AMADA!!!" para sua auto afirmação.
Agora outras pessoas (as mais espertas na verdade) descobriram que o melhor a fazer com o amor que recebem é aproveitá-lo até o fim e sentir aquela coisa boa que sentimos quando coisas boas nos acontecem.
Aproveitar o amor não é uma tarefa fácil, muita gente (e bota gente nisso) não se acha digna de receber amor, não acha que merece aquela coisa boa em sua vida!
Quantas pessoas começam com atitudes de auto-sabotagem justamente por não se sentir dignas de receber AMOR!
Essas atitudes podem aparecer de várias formas: Não ter paciência com a pessoa que te ama, desmerecer tudo que o outro faz, e fazer várias outras coisas que o afastem de você.
Quando começamos a ter essas atitudes devemos pensar no que estamos fazendo, em por que nos achamos pouco dignas de receber carinho, amor e atenção.
Isso é mais freqüente do que pensamos, por isso, que tal começarmos a acreditar que somos pessoas boas e acreditar que somos dignas de receber amor?
Quero ter a possibilidade de "conhecer" uma pessoa e dizer o quanto a amo, não apenas com palavras, mas sim atitudes e o quanto ela é importante pra mim.
Quero dizer também para meus amigos, parentes e pais, é sempre bom deixar claro o quanto as pessoas são importantes pra nós.
"(...)One love
One blood
One life you got
To do what you should
One life
With each other
Sisters, brothers
One life
But we're not the same
We get to carry each other
Carry each other
One ..."
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
domingo, 6 de março de 2011
Agradecimento a Deus...
Acredito que todos nós passamos por situações em que lembramos de uma "força maior" apenas nos momentos de dor, desamparo e sofrimento.
Reclamamos tanto e por muitas vezes deixamos de agradecer a vida que levamos, por muitas vezes a nossa constante insatisfação e ansiedade nos cega e esquecemos de agradecer.
Deus tem sido muito bom comigo.
Ele me sorri, brinca de acender céu e me fazer ouvir estrelas.
Deus tem apaziguado meu caminho.
Tem colocado mais flores que pedras.
Tenho pensado, nos últimos dias, em como Deus escolhe a dedo as pessoas que coloca perto de nós.
E que, sem essas pessoas, as coisas seriam outras e a sorte, pequena.
Tenho pensando, nos últimos dias, em como ele coloca uma luz, quando tudo parece não fazer sentido.
Tenho aprendido muito.
Tenho me enchido de luz.
Tenho agradecido também, pelas coisas que alcancei, pelas pessoas iluminadas e de sorrisos bonitos.
Tenho agradecido também pelas pedras que estavam no meu caminho, mas que me tornaram mais forte e pronto para enfrentar a vida.
Tenho agradecido pelas ciladas do tempo, que só têm aumentado a minha fé e meu “olhar com amor” para o mundo.
E, do meu jeito, tento retribuir da forma mais simples que sei: transbordando amor.
Amor nas palavras, amor nos sorrisos, amor em tudo que eu faço, amor em tudo que eu vejo.
Porque amar, já é uma forma de prece.
Então, eu amo!
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
Reclamamos tanto e por muitas vezes deixamos de agradecer a vida que levamos, por muitas vezes a nossa constante insatisfação e ansiedade nos cega e esquecemos de agradecer.
Deus tem sido muito bom comigo.
Ele me sorri, brinca de acender céu e me fazer ouvir estrelas.
Deus tem apaziguado meu caminho.
Tem colocado mais flores que pedras.
Tenho pensado, nos últimos dias, em como Deus escolhe a dedo as pessoas que coloca perto de nós.
E que, sem essas pessoas, as coisas seriam outras e a sorte, pequena.
Tenho pensando, nos últimos dias, em como ele coloca uma luz, quando tudo parece não fazer sentido.
Tenho aprendido muito.
Tenho me enchido de luz.
Tenho agradecido também, pelas coisas que alcancei, pelas pessoas iluminadas e de sorrisos bonitos.
Tenho agradecido também pelas pedras que estavam no meu caminho, mas que me tornaram mais forte e pronto para enfrentar a vida.
Tenho agradecido pelas ciladas do tempo, que só têm aumentado a minha fé e meu “olhar com amor” para o mundo.
E, do meu jeito, tento retribuir da forma mais simples que sei: transbordando amor.
Amor nas palavras, amor nos sorrisos, amor em tudo que eu faço, amor em tudo que eu vejo.
Porque amar, já é uma forma de prece.
Então, eu amo!
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Match Point...
Geralmente coloco aqui no blog textos de minha autoria, abro a exceção por não ter palavras para descrever o que presenciei...
Um dia muito especial, fui padrinho de casamento de amigos que só conheço há uns 25 anos rs...
Eles namoraram, terminaram e conheceram outras pessoas e casaram e cada um seguiu sua vida.
Não sei se é coisa do tal do destino, mas depois de 18 anos eles se reencontraram, e mesmo distantes, ela morando em Porto Alegre - R.S e ele em Uberlândia - M.G resolveram dar uma nova chance para o amor.
Na linda cerimônia ecumênica foi citada uma crônica no mineiro Rubem Alves, que sou fã e admirador desse texto que está no livro Retorno E Terno e gostaria de compartilhar com quem ainda não conhece.
Tênis X Frescobol
Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol.
Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal.
Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente.
Dizia ele: ‘Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta:
“Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?”
Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.’
Xerazade sabia disso.
Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme O império dos sentidos.
Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa, conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites.
O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música.
A música dos sons ou da palavra – é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer.
Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras.
E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo:
‘Eu te amo, eu te amo…’
Barthes advertia:
‘Passada a primeira confissão, ‘eu te amo’ não quer dizer mais nada.’
É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética.
Recordo a sabedoria de Adélia Prado: ‘Erótica é a alma.’
O tênis é um jogo feroz.
O seu objetivo é derrotar o adversário.
E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar.
O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar.
O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola.
Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca.
Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la.
Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado.
Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha.
E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre.
O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir…
E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado.
Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos…
A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá…
Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada.
Camus anotava no seu diário pequenos fragmentos para os livros que pretendia escrever.
Um deles, que se encontra nos Primeiros cadernos, é sobre este jogo de tênis:
‘Cena: o marido, a mulher, a galeria.
O primeiro tem valor e gosta de brilhar.
A segunda guarda silêncio, mas, com pequenas frases secas, destrói todos os propósitos do caro esposo.
Desta forma marca constantemente a sua superioridade.
O outro domina-se, mas sofre uma humilhação e é assim que nasce o ódio.
Exemplo: com um sorriso:
‘Não se faça mais estúpido do que é, meu amigo’.
A galeria torce e sorri pouco à vontade.
Ele cora, aproxima-se dela, beija-lhe a mão suspirando: ‘Tens razão, minha querida’.
A situação está salva e o ódio vai aumentando.
Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão…
O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento.
Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração.
O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres.
Bola vai, bola vem – cresce o amor…
Ninguém ganha para que os dois ganhem.
E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim…
Rubem Alves - O Retorno E Terno, p. 51.
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
Um dia muito especial, fui padrinho de casamento de amigos que só conheço há uns 25 anos rs...
Eles namoraram, terminaram e conheceram outras pessoas e casaram e cada um seguiu sua vida.
Não sei se é coisa do tal do destino, mas depois de 18 anos eles se reencontraram, e mesmo distantes, ela morando em Porto Alegre - R.S e ele em Uberlândia - M.G resolveram dar uma nova chance para o amor.
Na linda cerimônia ecumênica foi citada uma crônica no mineiro Rubem Alves, que sou fã e admirador desse texto que está no livro Retorno E Terno e gostaria de compartilhar com quem ainda não conhece.
Tênis X Frescobol
Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol.
Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal.
Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente.
Dizia ele: ‘Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta:
“Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?”
Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.’
Xerazade sabia disso.
Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme O império dos sentidos.
Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa, conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites.
O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música.
A música dos sons ou da palavra – é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer.
Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras.
E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo:
‘Eu te amo, eu te amo…’
Barthes advertia:
‘Passada a primeira confissão, ‘eu te amo’ não quer dizer mais nada.’
É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética.
Recordo a sabedoria de Adélia Prado: ‘Erótica é a alma.’
O tênis é um jogo feroz.
O seu objetivo é derrotar o adversário.
E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar.
O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar.
O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola.
Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca.
Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la.
Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado.
Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha.
E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre.
O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir…
E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado.
Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos…
A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá…
Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada.
Camus anotava no seu diário pequenos fragmentos para os livros que pretendia escrever.
Um deles, que se encontra nos Primeiros cadernos, é sobre este jogo de tênis:
‘Cena: o marido, a mulher, a galeria.
O primeiro tem valor e gosta de brilhar.
A segunda guarda silêncio, mas, com pequenas frases secas, destrói todos os propósitos do caro esposo.
Desta forma marca constantemente a sua superioridade.
O outro domina-se, mas sofre uma humilhação e é assim que nasce o ódio.
Exemplo: com um sorriso:
‘Não se faça mais estúpido do que é, meu amigo’.
A galeria torce e sorri pouco à vontade.
Ele cora, aproxima-se dela, beija-lhe a mão suspirando: ‘Tens razão, minha querida’.
A situação está salva e o ódio vai aumentando.
Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão…
O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento.
Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração.
O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres.
Bola vai, bola vem – cresce o amor…
Ninguém ganha para que os dois ganhem.
E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim…
Rubem Alves - O Retorno E Terno, p. 51.
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Ela te deu um fora!!!
Quando o telefone toca, mas ele não se toca e faz tempo que ela sempre não aparece.
O que fazer?
Continuar reclamando, implorando por atenção ou tomar alguma atitude?
Com certeza, a segunda opção é mais madura e sábia, embora alguns ainda insistam na primeira.
"Mas eu não consigo esquecê-la", argumentam.
Claro, se trancando em casa e se isolando do mundo você nunca vai esquecer mesmo!
Confesse, quantas vezes por dia você vigia o Facebook, Orkut dela só para ver quem deixou recados, ou fica offline no Msn só para ver se ela entra.
Um dos nossos grandes problemas é esperar que os sentimentos mudem para depois mudarmos as atitudes, mas não é assim que funciona.
Aí vem aquele velho discurso:
"Eu ainda insisto porque amo de verdade".
Opa, espera aí, a única verdade é que você vai amar enquanto insistir!
Primeiro mude suas atitudes e quando perceber seus sentimentos terão naturalmente se transformado.
Experimente deletá-la do Facebook, Orkut, Msn, apagar o celular da agenda, não tocar mais no nome dela (você consegue!), não procurar saber dela e seguir sua vida, fazer um curso de idiomas, sair, viajar, ir ao cinema (nem que seja sozinho), se tornar uma bela companhia a você mesmo.
Duvido que em pouco tempo você nem vai lembrar daquela de quem um dia você chegou a sentir saudade.
Transforme-se e mude, ao invés de ficar lamentando o que não deu certo.
O problema às vezes não é o caminho, mas o nosso modo de caminhar. Escolha um novo jeito de chegar lá, mas continue com o mesmo destino: o amor, a felicidade, e tudo de bom que você merece e vai buscar!
Seja feliz quando estiver triste, a alegria existe para curar a tristeza, o amor existe para a solidão, sorria quando quiser chorar, ser alegre quando não se está alegre é saber dar a você a coisa certa no momento em que você mais precisa.
Lembre-se de você e esqueça de vez de quem só lembra de te fazer sofrer.
Mesmo que quem você ama suma, e, às vezes, reapareça para fazer a "manutenção", podar o sentimento na plantinha que cultiva em você, esqueça e lembre-se: essa pessoa não vai mudar, quem nunca te deu valor não vai passar a dar do dia para a noite, praticar ingratidão e indiferença também são indícios do caráter de uma pessoa, e caráter, índole, não se muda, não se altera.
Ela sabia o tempo todo o que estava fazendo com você, então, mude, dê a volta por cima!
Tenha coragem para largar o que ela nunca fez questão de ter realmente.
No entanto, não jogue tudo dela fora.
Salve aquelas mensagens inacreditáveis que ela te enviou, mantenha as ligações nas chamadas não atendidas e doe seu celular para um museu.
Sim, tenha fé!
Um dia a humanidade estará livre dessas vadias, desculpem o termo, e qualquer coisa desse tipo de gente será relíquia.
Quem sabe um dia esse tipo de pessoa covarde vai entrar em extinção e eu imploro: não faça nada para preservar esta espécie.
O planeta agradece!
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
O que fazer?
Continuar reclamando, implorando por atenção ou tomar alguma atitude?
Com certeza, a segunda opção é mais madura e sábia, embora alguns ainda insistam na primeira.
"Mas eu não consigo esquecê-la", argumentam.
Claro, se trancando em casa e se isolando do mundo você nunca vai esquecer mesmo!
Confesse, quantas vezes por dia você vigia o Facebook, Orkut dela só para ver quem deixou recados, ou fica offline no Msn só para ver se ela entra.
Um dos nossos grandes problemas é esperar que os sentimentos mudem para depois mudarmos as atitudes, mas não é assim que funciona.
Aí vem aquele velho discurso:
"Eu ainda insisto porque amo de verdade".
Opa, espera aí, a única verdade é que você vai amar enquanto insistir!
Primeiro mude suas atitudes e quando perceber seus sentimentos terão naturalmente se transformado.
Experimente deletá-la do Facebook, Orkut, Msn, apagar o celular da agenda, não tocar mais no nome dela (você consegue!), não procurar saber dela e seguir sua vida, fazer um curso de idiomas, sair, viajar, ir ao cinema (nem que seja sozinho), se tornar uma bela companhia a você mesmo.
Duvido que em pouco tempo você nem vai lembrar daquela de quem um dia você chegou a sentir saudade.
Transforme-se e mude, ao invés de ficar lamentando o que não deu certo.
O problema às vezes não é o caminho, mas o nosso modo de caminhar. Escolha um novo jeito de chegar lá, mas continue com o mesmo destino: o amor, a felicidade, e tudo de bom que você merece e vai buscar!
Seja feliz quando estiver triste, a alegria existe para curar a tristeza, o amor existe para a solidão, sorria quando quiser chorar, ser alegre quando não se está alegre é saber dar a você a coisa certa no momento em que você mais precisa.
Lembre-se de você e esqueça de vez de quem só lembra de te fazer sofrer.
Mesmo que quem você ama suma, e, às vezes, reapareça para fazer a "manutenção", podar o sentimento na plantinha que cultiva em você, esqueça e lembre-se: essa pessoa não vai mudar, quem nunca te deu valor não vai passar a dar do dia para a noite, praticar ingratidão e indiferença também são indícios do caráter de uma pessoa, e caráter, índole, não se muda, não se altera.
Ela sabia o tempo todo o que estava fazendo com você, então, mude, dê a volta por cima!
Tenha coragem para largar o que ela nunca fez questão de ter realmente.
No entanto, não jogue tudo dela fora.
Salve aquelas mensagens inacreditáveis que ela te enviou, mantenha as ligações nas chamadas não atendidas e doe seu celular para um museu.
Sim, tenha fé!
Um dia a humanidade estará livre dessas vadias, desculpem o termo, e qualquer coisa desse tipo de gente será relíquia.
Quem sabe um dia esse tipo de pessoa covarde vai entrar em extinção e eu imploro: não faça nada para preservar esta espécie.
O planeta agradece!
Tadeu Silva (Copyright 2011 Todos os direitos reservados)
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